Uma nova estirpe de vírus atacou a alma de OLECRAM.
Virou-o ou destapou-o?
Histórias curtas, pequenos comentários, pequenos poemas - meios de libertar "pressão", que passa a ser... "EX-PRESSÃO".
Devido à permissão de abertura (quase completa) das actividades económicas e outras, os cidadãos estão a comportar-se como se o Governo tivesse decretado a extinção do vírus.
Em finais de 2020 falar de vacinas, da esperança das vacinas anti SARS - COV 2 (que causa COVID 19) a alguém era tal como estar a dissertar sobre gambusinos. (Não havia, sei lá se há, não tem interesse).
MAS, nas últimas semanas, toda a gente (ou quase) reclama a sua prioridade na toma da vacina. E todos têm os seus argumentos. Óbvios, claríssimos, irrefutáveis!
É um espantegoísmo!
- A "task force", de camuflado lavadinho e engomado (muito diferente do que se usava na guerra em África, que se vestia, sem mais, logo que estivesse enxuto depois de lavado no poço ou no rio (se houvesse rio e se a guerra deixasse chegar a ele), é para poderem fazer emboscadas aos vírus e para que eles não detectem a "force" disfarçada entre a vegetação da mata viral?
OU
Será que aos militares em função civil não é permitido usar calça e casaco a condizer com a função?
Da informação que nos vem sendo transmitida por responsáveis europeus e nacionais, resulta existir um litígio entre a U.E. e a farmacêutica AstraZeneca, devido ao não cumprimento (por parte da última) dos prazos e das quantidades de vacinas de seu fabrico que devia entregar à C.E./U.E.. (É aquilo que vem sendo designado por "guerra das vacinas".)
Ora, surgiu um responsável político nacional a dizer (mais ou menos) isto: "Mais que andar em guerras de vacinas, importa procurar vacinar as populações".
Essa afirmação levanta várias QUESTÕES:
1ª. - Qual foi a solução encontrada pela C.E. para evitar essas "guerras?
R.: Produzir as vacinas no espaço europeu e, se necessário, concertar competências de farmacêuticas sediadas na U.E., quando uma só não as possa produzir.
2ª. - E quais são as vacinas a produzir, desse modo, na U.E. ?
R.: As vacinas da Pfizer e da Moderna.
3ª. - Quais as quantias que a U.E. vai pagar à Pfizer e à Moderna a título de "License" para fabrico das vacinas ou de "Royalties" por cada quantidade produzida?
R.: Não foi divulgado.
4ª. - O que vai acontecer, no que respeita aos compromissos contratuais assumidos entre U.E./C.E. e a AstraZeneca e quanto aos pagamentos adiantados (?) feitos pela U.E./C.E.?
R.: Nada foi informado.
- Quais são os critérios que estão a ser seguidos definindo as prioridades na vacinação da população dentro dos três grandes grupos (as chamadas 1ª., 2ª., e 3ª. fases)?
Por ex. no grupo etário superior a 80 anos (que está agora em curso)?
- É segundo o critério que cada instituição venha a entender?
- É por ordem alfabética?
- É por faixas etárias, p. ex: 1º. os maiores de 100 anos, 2º. os colocados entre 90 anos e 100 anos e, depois, os situados entre os 80 e os 90 anos?
- Será por zonas residenciais?
- Ou não há qualquer critério ("é tudo aos molhos e fé em Deus") e quem ficar esquecido que reclame no final?
OU
- Será que estão definidos critérios para chamada dos cidadãos? Se a resposta é afirmativa, qual é a razão por que não foram publicitados?
Da comunicação da Comissão Europeia sobre a reunião onde analisaram (?) o atraso (incumprimento contratual?) na entrega das vacinas, ficámos a saber que:
"HÁ ESPAÇO PARA MELHORAR A ENTREGA DAS VACINAS"
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DÚVIDAS:
- "Espaço" contratual? - não se vê o que possa ser;
- "Espaço" físico? - mas... há problemas de armazenamento?
- Talvez seja "espaço" sideral: em primeiro lugar, vacinas para Marte - que é o dono da guerra; depois...
Depois logo se vê.
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Importante, importante foi a abundante discussão sobre o "Certificado de vacinação" ou "Passaporte de vacinação" a ser criado antes do Verão e para ser usado já neste Verão. (Mesmo sem vacinas suficientes e sem que, ao nível - pelo menos - europeu, haja" imunidade de rebanho"?).
Tanto para os que são da "casa" como para os que sejam de "fora da casa":
- Poupem-nos, Senhores, para evitarem que o aparelho seja desligado quando poderá haver ainda muito para ver (e ouvir).
Gostaria de ler os contratos celebrados pela Comissão Europeia com as empresas farmacêuticas para fornecimento das vacinas COVID, para analisar as seguintes cláusulas:
- FINANCIAMENTO - fundamento dos pré-pagamentos/adiantamentos, etc. (que, afinal, mesmo sendo um SINAL, financiaram custos de investigação/custos iniciais - e continuados? - dos laboratórios;
- CONDIÇÕES a que a efectividade dos contratos ficou sujeita (aprovação total ou parcial pela E.M.A. ou outras entidades);
- PRAZOS e QUANTIDADES para entrega das vacinas após a aprovação pela E.M.A.;
- CLÁUSULAS PENAIS aplicáveis às farmacêuticas no caso de não cumprimento dos prazos de entrega ou das quantidades contratadas para esses mesmos prazos;
- DEVOLUÇÃO DOS DINHEIROS entregues às farmacêuticas a título de pré-pagamento ou adiantamentos e se acrescidos ou não de juros (indexados a quê?);
- LITÍGIOS - forma de dirimir litígios, lei aplicável, tribunal/jurisdição competente ou tribunal arbitral.
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ASSIM e só assim poderemos avaliar:
- O trabalho que a Comissão Europeia desenvolveu ao celebrar esses contratos com as farmacêuticas;
- Se há tibieza ou concessões da parte da Comissão nas presentes relações com as farmacêuticas quanto a datas e quantidades de vacinas que terá/teria que receber (e que - parece - não serão entregues).
(Os dinheiros pagos a título de pré-pagamento/adiantamento é matéria sem interesse para esta análise).
Eu vacino-ME
Tu vacinas-ME
Ele vacina-ME
Nós vacinamos-ME
Vós vacinais-ME
Eles vacinam-ME