Para os noticiários das TV's portuguesas é qualquer posição na guerra que não seja "estar cá atrás".
(Pois se há quem entenda que em guerrilha também há uma "linha da frente"...)
Histórias curtas, pequenos comentários, pequenos poemas - meios de libertar "pressão", que passa a ser... "EX-PRESSÃO".
Para os noticiários das TV's portuguesas é qualquer posição na guerra que não seja "estar cá atrás".
(Pois se há quem entenda que em guerrilha também há uma "linha da frente"...)
O orador disse para a turba:
- Infectai-vos uns aos outros !!!
A multidão ululou.
Chegou-se um senador e acrescentou:
- Fazei com que os mortos decidam passar a ser metade deles mesmos em cada dia e tudo vos será permitido.
Então, de entre a multidão levantou-se uma voz, perguntando:
- Devemos matar metade dos mortos antes que eles se infectem?
O barulho da multidão não permitiu ser ouvida a resposta.
O poder político, respaldado em pareceres, afirma que não se pode impedir/proibir os infectados com SARS COV-2 (já com COVID 19 ou não) de exercer o DIREITO DE VOTO nas próximas eleições do dia 30 do corrente mês.
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ENTÃO, o Governo deve criar os meios e condições para que os infectados exerçam o seu direito de voto sem porem em risco a SAÚDE PÚBLICA.
- Endemia?! Estamos a viver uma endemia? O problema sanitário não é local.
- Endemia sim, meu caro senhor. Há que apreciar a situação à escala planetária. Ou será que este problema não se confina ao planeta Terra?
"A economia não pode parar. Tem que continuar a funcionar em pleno".
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(Haverá sempre sobreviventes que garantam a "produção de bens" e a "prestação
de serviços" e que, além disso, também serão "consumidores").
"Há que mudar o paradigma" - disseram alguns.
Bonito! Gostei! Parece grego clássico.
Tudo e todos na demanda da IMUNIZAÇÃO NATURAL. (E mantendo a ESTUPIDEZ dos comportamentos do dia-a-dia que se vêm verificando?).
Sim, concordo, na condição de que sigam na frente os proponentes, com ou sem armadura vacinal.
Atrás, fechando a marcha, irão os serviços de limpeza camarários (estes devidamente protegidos) recolhendo os corpos, que serão, imediatamente, depositados na vala comum.
Espera-se que os que restarem sejam suficientes para salvar a economia.
Temos em Portugal tantos peritos em pandemia, virologia, saúde pública (nacional e internacional), etc. que enchem os canais de televisão debitando informações, análises, previsões, palpites, projeções.
- Não será de exportar uns quantos para evitar tanta confusão e contradição?
Então, os Homens Grandes disseram aos homens comuns:
- Ide e infectai-vos uns aos outros!
Atrás deles, um homem grande (mas mais pequeno) movimentava a cabeça em sinal afirmativo. Depois rosnou, assim mesmo, em inglês:
- Good! Threre is too much people (living) over here.
Depois se verá.
Devido à permissão de abertura (quase completa) das actividades económicas e outras, os cidadãos estão a comportar-se como se o Governo tivesse decretado a extinção do vírus.